sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Momentos

MOMENTO 1 - “Abrindo o caminho”





Ao iniciar este curso pude perceber que é o momento certo para nos receber e nos mostrar como seria a forma de acesso e a proposta do Módulo de Acolhimento.
Neste momento conhecemos o moodle  que é a sala de aula virtual e o ponto d´encontro, um espaço certo para socialização e com isso poder estar interagindo com vários colegas do curso ao mesmo tempo.
Toda nova experiência num primeiro momento se mostra difícil, não foi diferente o início do módulo de acolhimento, são muitas informações e situações completamente novas, mas isto não foi nenhum entrave para que eu viesse a desistir e não querer continuar atingindo os objetivos propostos que são os de fazer esta pós-graduação.

Mª Aparecida



MOMENTO 2 - “Traçando o caminho na EaD”



 A administração do tempo e a organização dos materiais que serão utilizados ao longo de um curso são fundamentais para o êxito de um estudante de graduação. Estabelecer um horário fixo diário e um local adequado para fazer as leituras e as tarefas do curso também, por isso a otimização do tempo disponível é indispensável, principalmente quando se trata de leitura, ela se torna proveitosa, só depende de cada um de nós sabermos aproveitar de forma correta.


valquiria

 
MOMENTO 3 - "Quando se conhece a história se caminha melhor"

Momento de muita pesquisa e para construção do nosso conhecimento na Educação à distância. A maioria dos termos utilizados seriam novos para nós por isso criamos em conjunto um glossário para pesquisa e ainda aprendemos técnicas de pesquisa na internet porque está será nossa principal ferramenta de trabalho em um curso à distância. Para fechar este momento elaboramos um mapa conceitual para colocar em prática todo o estudo de pesquisa, relacionando informações.

 
Marislei



MOMENTO 4 - "Influência das Tecnologias no Cotidiano do Aluno à Distância"
Através das Tecnologias Contemporâneas, a Educação à Distância ganhou uma nova roupagem, utilizando as tic’s,
Nesse contexto as reflexões apontam, não apenas uma nova maneira de ensinar, mas também, possíveis mudanças de paradigmas por parte de professores e alunos. Proporcionando aprendizagem, profissionalização e construção de novos conceitos a práticas pedagógicas.
Andréia


EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA


Biblioteca


Paulo Freire

A EAD é marcada, dentre outros fatores, pela possibilidade de concretização da relação de ensino-aprendizagem independente da distância que separa os sujeitos do processo, atraindo setores sociais com diversos e diferentes objetivos. Dentro de uma diversidade de formas de incorporação da EAD, iremos classificar a utilização dessa modalidade em basicamente duas vertentes: aquela em que o processo se propõe de maneira diretiva, partindo dos princípios pedagógicos da pedagogia tradicional, nas quais a interatividade é esmagada pelos programas inflexíveis e pela desconsideração da realidade dos alunos; e aquela cuja potencialidade interativa das tecnologias digitais (através de computadores conectados em rede) é aproveitada de forma a propiciar uma relação interativa e colaborativa, tendo os alunos como sujeitos ativos do próprio processo de aprendizagem.
O bom mestre não apenas faz com que seus alunos decorem regras e mais regras, para reproduzi-las em provas e trabalhos, mas ensiná-os a procurar e, o mais importante, a encontrar respostas a perguntas que a eles sejam feitas em qualquer época,
local ou situação.
A Educação a Distância atualmente tem recebido grande destaque e popularidade, porém, não é uma modalidade de ensino que tenha surgido recentemente, nem é um modismo. Ela apenas ressurgiu com muita força devido aos grandes avanços tecnológicos ocorridos nas últimas décadas.
Com a concepção Diálogo, PETERS (2001) refere-se à interação lingüística direta e indireta entre docentes e discentes, portanto, refere-se ao diálogo que de fato acontece.
Para MOORE (1993), apud PETERS (2001),
Um diálogo é direcionado, construtivo e é apreciado pelos participantes. Cada uma das partes presta respeitosa e interessada atenção ao que o outro tem a dizer. Cada uma das partes contribui com algo para seu desenvolvimento e se refere às contribuições do outro partido. Podem ocorrer interações negativas e neutras. O termo diálogo, no entanto, sempre se reporta a interações positivas. Dá-se importância a uma solução conjunta do problema discutido, desejando chegar a uma compreensão mais profunda dos estudantes.


A Educação a Distância é pensada como uma modalidade que precisa romper com as lógicas que permeiam a aprendizagem no ensino presencial, por meio da incorporação de uma característica comunicacional chave para esse processo: a interatividade pode, também, ser chamada de diálogo: diálogo entre todos os atores envolvidos nos cursos a distância (aluno, professor, tutor, monitor).




Biografia


Paulo Freire nasceu em 24 de setembro de 1921 em Recife. Sua família fazia parte da classe média, mas Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância durante a depressão de 1929, uma experiência que o levaria a se preocupar com os mais pobres e o ajudaria a construir seu revolucionário método de alfabetização. Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na África.
O educador procurou fazer uma síntese de algumas correntes do pensamento filosófico de sua época, como o existencialismo cristão, a fenomenologia, a dialética hegeliana e o materialismo histórico. Essa visão foi aliada ao talento como escritor que o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos, quase sempre ligados a partidos de esquerda.
A partir de suas primeiras experiências no Rio Grande do Norte, em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias, Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, adotado primeiramente em Pernambuco. Seu projeto educacional estava vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart.

SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E EDUCAÇÃO




Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento. Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores, pode-se dizer que se vive mesmo na era do conhecimento, na sociedade do conhecimento, sobretudo em conseqüência da informatização e do processo de globalização das telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato, já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo admitindo que grandes massas da população estejam excluídas dele. Todavia, o que se constata é a predominância da difusão de dados e informações e não de conhecimentos. Isso está sendo possível graças às novas tecnologias que estocam o conhecimento, de forma prática e acessível, em gigantescos volumes de informações, que são armazenadas inteligentemente, permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a Internet: para ser "usuário", basta dispor de uma linha telefônica e um computador. "Usuário" não significa aqui apenas receptor de informações, mas também emissor de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala de aula do planeta, pode-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas partes do mundo. As novas tecnologias permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras, mas também por imagens, sons, fotos, vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar uma dimensão de tudo, transformando profundamente a forma como a sociedade se organiza.
           Ladislau Dowbor (1998), após descrever as facilidades que as novas tecnologias oferecem ao professor, se pergunta: o que eu tenho a ver com tudo isso, se na minha escola não tem nem biblioteca e com o meu salário eu não posso comprar um computador? Ele mesmo responde que será preciso trabalhar em dois tempos: o tempo do passado e o tempo do futuro. Fazer tudo hoje para superar as condições do atraso e, ao mesmo tempo, criar as condições para aproveitar amanhã as possibilidades das novas tecnologias.
          As novas tecnologias criaram novos espaços do conhecimento. Agora, além da escola, também a empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se educativos. Cada dia mais pessoas estudam em casa, pois podem, de casa, acessar o ciberespaço da formação e da aprendizagem a distância, buscar "fora" ¾ a informação disponível nas redes de computadores interligados ¾ serviços que respondem às suas demandas de conhecimento. Por outro lado, a sociedade civil (ONGs, associações, sindicatos, igrejas, etc.) está se fortalecendo não apenas como espaço de trabalho, em muitos casos, voluntário, mas também como espaço de difusão de conhecimentos e de formação continuada. É um espaço potencializado pelas novas tecnologias, inovando constantemente nas metodologias. Novas oportunidades parecem abrir-se para os educadores. Esses espaços de formação têm tudo para permitir maior democratização da informação e do conhecimento, portanto, menos distorção e menos manipulação, menos controle e mais liberdade. É uma questão de tempo, de políticas públicas adequadas e de iniciativa da sociedade. A tecnologia não basta. É preciso a participação mais intensa e organizada da sociedade. O acesso à informação não é apenas um direito. É um direito fundamental, um direito primário, o primeiro de todos os direitos, pois sem ele não se tem acesso aos outros direitos.
           O conhecimento é o grande capital da humanidade. O que cabe à escola na sociedade informacional? Cabe a ela organizar um movimento global de renovação cultural, aproveitando-se de toda essa riqueza de informações. Hoje é a empresa que está assumindo esse papel inovador. A escola não pode ficar a reboque das inovações tecnológicas. Ela precisa ser um centro de inovação. Temos uma tradição de dar pouca importância à educação tecnológica, a qual deveria começar já na educação infantil.
Neste contexto de impregnação do conhecimento, cabe à escola: amar o conhecimento como espaço de realização humana, de alegria e de contentamento cultural; selecionar e rever criticamente a informação; formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser provocadora de mensagens e não pura receptora; produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado. E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos, não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder, mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber, que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educação, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipação dos excluídos se não for associada ao exercício da cidadania.
            Como diz Ladislau Dowbor (1998:259), a escola deixará de ser "lecionadora" para ser "gestora do conhecimento". Segundo o autor, "pela primeira vez a educação tem a possibilidade de ser determinante sobre o desenvolvimento".
 Nesse contexto, o educador é um mediador do conhecimento, diante do aluno que é o sujeito da sua própria formação. 

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Acolhimento

 Sejam bem vindos a nosso blog...Que esse espaço seja de ajuda mutua e interação da turma de Licenciatura em Computação da UFJF.
atenciosamente
Andréia